E por aí vai.
Assunto não é coisa que faça falta. É só tentar acompanhar o julgamento de ex-presidente que deu um golpe, ou queria, acompanhar a taxação do Brasil pelo Trump, ouvir a notícia que a soja do Brasil que ia para os EUA agora vai para a China, os sojeiros norteamericanos estão fulos, o homem que serrou a mulher, colocou o corpo em uma mala e os membros e cabeça espalhou por Porto Alegre, conta detalhes pra polícia, a Odete Reutman mandou matar o Marco Aurélio e o Freitas está em crise, e a Celina parecia uma tonta, mas está pegando o Olavo, um gostoso inocente; onde achar uma meia de naylon 3/4, preciso levar chá de boldo, o melhor remédio pra borracheira, vou pra Uruguaiana no fim de semana...
Assunto só termina quando a gente morre, foi o que a Zaira disse, e morreu.
Então, vou ter que parar de escrever, pois essa coisa de viajar pra fronteira oeste do meu pago me faz chegar em Santa Maria, coração do Rio Grande, onde está a tia, comendo melancia, debaixo de uma bacia. Só conhece essa rima quem tem mais de 70.
Oi, IndI, será que destravei? Ou escrever é uma perda de tempo? Ou é um prazer maior do que cerveja gelada com batata frita?
Que saudade do Luis Fernando.
Quando achamos todas as respostas, vem o diabo e troca TODAS as perguntas.
É chegada a estação das flores, que cheiro bom, dizia o Freud. Se não disse, ele pensou.
bellabereg, 2025. Curitiba.

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